Criamos ligações de tutoria entre pares com método, cuidado e atenção às necessidades reais de cada estudante
A nossa organização desenvolve modelos de tutoria entre pares para estudantes que aprendem melhor quando podem trocar perguntas, exemplos e estratégias com alguém próximo da sua realidade. A equipa coordena cada parceria com critérios claros, comunicação regular e respeito pelo ritmo individual. Trabalhamos com escolas, famílias e entidades comunitárias para tornar o apoio mais simples de organizar e mais atento às necessidades concretas. O nosso propósito não é substituir o ensino formal. É criar uma camada de colaboração responsável, onde quem explica também aprofunda a compreensão e quem recebe apoio encontra espaço para participar, perguntar e tentar novamente.
O nosso trabalho assenta numa metodologia interna de três etapas: compreender a necessidade, combinar o apoio adequado e rever o progresso com os envolvidos. Não substituímos professores nem prometemos resultados uniformes. Criamos condições para uma colaboração responsável.
O que nos orienta
Sentido de pertença
Respeito mútuo
Voz do estudante
A tutoria funciona melhor quando o estudante tem voz sobre objetivos, horários e formas de acompanhamento. A nossa equipa oferece estrutura e orientação, mas deixa espaço para escolhas informadas e para a construção gradual de confiança.
Crescimento contínuo
Procuramos remover obstáculos práticos sem criar expectativas artificiais. Revemos linguagem, acessibilidade, horários e custos com as comunidades envolvidas, usando o feedback para melhorar o processo e tornar cada parceria mais justa.
Pessoas que cuidam de cada parceria
Marta Sofia Almeida Costa
Coordenadora principal de parcerias
Marta coordena a definição de objetivos, a comunicação com escolas e a revisão das parcerias. Antes de cada encaminhamento, procura compreender o contexto do estudante, a disponibilidade da família e o tipo de apoio que pode ser mantido com consistência. A sua abordagem é prática: menos formulários, mais perguntas úteis e decisões registadas de forma clara.
Rui Miguel Fernandes Lopes
Rui acompanha os procedimentos de integração e ajuda a equipa a manter expectativas realistas. Trabalha com estudantes e adultos responsáveis para organizar horários, combinar formas de contacto e identificar sinais que pedem revisão. O seu foco está na qualidade do processo, não em promessas: cada encontro deve ter propósito, limites compreendidos e espaço para feedback.
Inês Leonor Martins Duarte
Responsável por participação estudantil
Como chegámos até aqui
O primeiro diagnóstico
O projeto nasceu depois de conversas com famílias, estudantes e profissionais que procuravam apoio próximo, flexível e mais fácil de integrar nas rotinas existentes.
Um método simples
A equipa testou um processo de três etapas para compreender necessidades, combinar pares adequados e rever cada colaboração com objetivos definidos desde o início.
Mais espaços de encontro
Bibliotecas e organizações locais começaram a participar, oferecendo espaços tranquilos onde estudantes podiam reunir-se com horários previsíveis e apoio de coordenação.
Regras para cuidar
Foram criadas orientações para comunicação, limites de responsabilidade e encaminhamento, ajudando adultos e estudantes a saber quando pedir acompanhamento adicional.
Crescimento com atenção
A iniciativa continua a ajustar o modelo com base no feedback de participantes, procurando servir comunidades diversas sem perder clareza, proximidade ou responsabilidade.
Uma rede local começa com pessoas dispostas a colaborar
LigaçãoSe representa uma escola, acompanha uma família ou coordena uma iniciativa local, a nossa equipa pode ajudar a transformar uma necessidade difusa num próximo passo concreto. Começamos por compreender o contexto, os recursos disponíveis e o tipo de apoio procurado. Depois, apresentamos uma forma de participação clara, sem compromissos escondidos nem linguagem complicada. As parcerias são avaliadas com cuidado, porque a confiança de estudantes e famílias merece mais do que uma resposta automática.
Fale connoscoPrimeiro passo
Cada parceria começa com uma conversa sobre necessidades, disponibilidade, contexto familiar e limites de acompanhamento adequados
Acompanhamento
A nossa equipa revê objetivos e comunicação para manter os encontros claros, respeitosos e consistentes ao longo do tempo
Adaptação
Escolas e comunidades podem adaptar o modelo aos seus recursos, horários e prioridades sem perder a estrutura essencial